E se um estranho lhe perguntasse: “posso destruir-lhe o vestido de noiva?”, isso seria… parvo? Talvez… mas que deu gozo, deu! :)
Convenhamos: depois do casamento, ao vestido e ao fato dos noivos só lhes restam mesmo o pó e as traças. A imagem romântica da passagem do vestido entre mãe e filha não só está ultrapassada, como não se coaduna com o desejo de se ser o centro das atenções – pelos motivos certos, isto é. Assim sendo, só resta mesmo gozá-los enquanto ainda se pode pegar neles sem correr o risco de ficar com uma das mangas na mão.
E foi isso mesmo que a Miriam e o Luís fizeram. Às 7 da manhã, em Lisboa, encontraram-se comigo, a Matilde Berk e o Luís Rolo para uma sessão que certamente recordarão até ao resto da sua vida (e se porventura tiverem dificuldades com alguns pormenores, ficarão com as fotografias como auxiliar de memória).
O dia começou muito bem! O local… bem, posso dizer que este será irrepetível… :)






Depois, claro, não resistimos em vir cá para fora e fazer da rua, palco das próximas cenas. Os turistas agradeceram… :)



Depois (talvez pelo Sol ter começado a espevitar), a Miriam decidiu aquecer a coisa.



Novamente… os turistas agradeceram. :))

Entretanto, a polícia achou que estava a perder o espectáculo e decidiu aparecer.

Mas, embora tivéssemos ficado entusiasmados com a ideia de os ter no plano, depressa desapareceram e voltámos ao que nos propusemos.




Em tempos de crise, decidimos tentar a nossa sorte…

Mas não resultou.


E pronto!… Esta foi a parte “suave” do dia. Desde as obras do Terreiro do Paço às águas do Parque das Nações, muuiittooo ficou por contar. Mas isso ficará para um próximo “post” no blog.
Até lá, fica aqui um gostinho do que apanhámos à tarde.

“Spooky”, não? ;)